
É
poeta, ficcionista, ensaísta e articulista em diversas mídias.
Pseudônimo de Pedro José Ferreira da Silva (paulistano
de 1951), o nome artístico trocadilha com "glauco-matoso"
(portador de glaucoma, doença congênita que lhe acarretou
perda progressiva da visão, até a cegueira total em
1995), além de aludir a Gregório de Matos, de quem é
herdeiro na sátira política e na crítica de costumes.
Nos anos 70, participou, entre os chamados "poetas marginais",
da resistência cultural à ditadura militar, época
em que, residindo temporariamente no Rio, editou o fanzine poético-panfletário
JORNAL DOBRABIL. Para saber mais sobre o autor, inclusive sobre os
vários livros que publicou, acesse: www.glaucomattoso.sites.uol.com.br.
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